O financiamento do Minha Casa Minha Vida é uma das formas mais simples de realizar o seu sonho do primeiro imóvel. Entenda como ele funciona e as mudanças mais recentes que o governo implementou no Programa!

O que é o financiamento do Minha Casa Minha Vida?

Minha Casa Minha Vida foi criado pelo Governo Federal para ajudar a população brasileira a conquistar o acesso à moradia própria e sair da dependência do aluguel. Desde que foi lançado, em 2009, o Programa já fechou mais de 4 milhões de contratos e permitiu o investimento de um número que ultrapassa os R$ 270 bilhões.

As facilidades que o MCMV oferece para os compradores são várias, entre as quais podemos incluir:

  • conceder subsídio, que é a ajuda para o pagamento de uma parte do valor do imóvel, diminuindo o total financiado e, por consequência, o valor das parcelas;
  • permitir que pessoas com restrições cadastrais — ou seja, com nome sujo — tenham acesso ao financiamento (para compradores na Faixa 1);
  • ter prestações mais baixas que os financiamentos normais, que podem ser pagas pelas pessoas sem prejudicar o orçamento;
  • praticar taxas de juros menores, permitindo que o saldo devedor e o valor das parcelas sejam menores que em outras modalidades de financiamento.

Não é preciso citar os benefícios do Programa para a população. Sair do aluguel, deixando de pagar um valor mensal por um imóvel que nunca se tornará seu, para começar a investir em sua própria casa ou no apartamento é muito mais vantajoso. Sem falar que o valor das parcelas costuma ser bem menor que o aluguel.

De modo geral, o Programa pode ajudar você de diferentes formas. Veja a seguir as principais vantagens.

O governo paga parte do valor

O Minha Casa Minha Vida conta com um subsídio federal para ajudar no pagamento do imóvel. Isso significa que, principalmente para quem tem uma renda mensal mais baixa, parte do valor da casa é paga pelo governo. Os detalhes sobre a porcentagem desse auxílio você verá mais à frente, quando detalharmos as categorias de participantes.

Vale destacar que parte da entrada também pode ser paga pelo governo, de forma que o comprador muitas vezes assume um valor simbólico (R$ 100, por exemplo).

As taxas de juros são menores

A parceria com o Governo Federal permite que as construtoras ofereçam taxas de juros ainda menores para quem quer participar do Programa. Se comparados aos financiamentos tradicionais (feitos com bancos ou diretamente com a responsável pela obra), os juros baixos são parte fundamental do MCMV, pois permitem que as parcelas sejam mais baixas.

Prazos mais longos

O prazo para pagamento do financiamento, por sua vez, também é mais longo do que no mercado tradicional. Eles podem chegar a 120 meses para a Faixa 1, que é a categoria de compradores com renda mais baixa.

Benefício público

Para a sociedade, de forma geral, o MCMV é muito benéfico, pois tira pessoas de condições difíceis, melhora o bem-estar social e ainda fomenta a construção civil. Isso ajuda a movimentar o mercado, sobretudo o setor que constrói unidades menores, que se enquadram nas condições do Programa.

E sabemos que isso ajuda a aumentar os postos de trabalho, gerando mais emprego e renda, correto? Ou seja: o Minha Casa Minha Vida é extremamente favorável não só para quem vai conquistar a sua própria moradia, mas como para investidores e profissionais da construção.

No entanto, apenas as pessoas que se enquadram nas condições do Programa podem se inscrever. Por isso, é importante não só conhecer as regras, mas entrar em contato com uma construtora de confiança para se manter sempre atualizado sobre todas elas, já que há sempre novas alterações determinadas pelo Governo Federal.

Quais são os documentos exigidos no financiamento do Minha Casa Minha Vida?

Um outro ponto importante é saber quais são os principais documentos para o Minha Casa Minha Vida, que não são muito diferentes daqueles pedidos em qualquer empréstimo ou financiamento. Eles podem ter pequenas variações, de acordo com o banco em que a operação vai ser feita.

De forma geral, são solicitados documentos específicos para o comprador e também para o imóvel ou obra. Veja, abaixo, a lista completa.

Documentos para o comprador

O interessado no financiamento deve fornecer os seguintes documentos:

  • Identidade (RG);
  • CPF;
  • Carteira de Habilitação (se houver);
  • Carteira de Identificação Profissional (se houver);
  • Carteira de Trabalho (CTPS);
  • Certidão de Nascimento (para solteiros);
  • Certidão de Casamento (averbada, no caso de pessoas divorciadas);
  • Holerites dos três últimos meses;
  • Comprovante de residência;
  • Declaração do Imposto de Renda (se for solicitado).